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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Asteroide gigante passa de raspão pela Terra nessa quarta-feira

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Os amantes de eventos astronômicos têm um “prato cheio” nessa quarta-feira (29). Segundo informações da Nasa, um asteroide gigante, apelidado asteroide 2016 NF23, deve passar de próximo ao nosso planeta.
O corpo celeste, conforme os cientistas, tem entre 70 e 150 metros de diâmetro e é maior que as pirâmides do Egito. E sua velocidade também é altíssima: aproximadamente 32 mil km por hora.

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Por essas e outras razões, a Nasa chegou a classificar o asteroide como “potencialmente perigoso”, ou seja, está a menos de 7,4 milhões de km da Terra.
Só para que você tenha dimensão da distância, o sol está há cerca de 149 milhões de km de distância de nós, muitas vezes mais afastado de nossa superfície que esse corpo celeste. É por isso que ele é um perigo em potencial.

O asteroide pode colidir com a Terra?

Mas, calma, apesar dos alertas, o tal asteroide gigante vai passar a 4,8 milhões de quilômetros de nosso planeta, por isso, não há motivo algum para preocupações nessa quarta-feira.
Aliás, a Nasa chegou a emitir um comunicado oficial em 2017 esclarecendo que praticamente não existem possibilidades de um corpo celeste espacial atingir a Terra nos próximos 100 anos.

Por que é importante saber sobre eles?

Sobre a necessidade de noticiar e de acompanhar a passagem do corpo celeste, especialistas que ficar atento aos asteroides e aos meteoros ajuda a entender melhor o Sistema Solar.
O estudo desses objetos também se mostra importante por uma questão de sobrevivência, uma vez que quanto mais soubermos sobre a existência ou não de algo em nossa rota de colisão, melhor.
E então, o que achou da notícia? Você tem medo de que algum desses corpos celestes acabem nos surpreendendo algum dia desses? Não deixe de comentar!


Fonte:segredosdomundo

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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Nasa lança sonda em missão para explorar atmosfera do Sol



A tentativa de lançamento da manhã de sábado foi frustrada por problemas técnicos de última hora


Uma sonda da Nasa partiu neste domingo em uma missão sem precedentes para se aproximar mais do Sol do que qualquer outro dispositivo já enviado ao espaço. A Sonda Solar Parker voará diretamente através das bordas da corona solar, ou atmosfera externa, e eventualmente chegará a 6 milhões de quilômetros da superfície do astro nos próximos anos, permanecendo fria apesar do calor e da radiação extremos, permitindo que os cientistas explorem o Sol de uma forma nunca antes possível.
"Estamos nos preparando para algum aprendizado nos próximos anos", disse Eugene Parker, astrofísico de 91 anos, homenageado com o nome da sonda. Protegida por um novo e revolucionário escudo térmico de carbono, a sonda passará por Vênus em outubro. O primeiro contato com o Sol será em novembro. No total, a sonda Parker fará 24 aproximações ao Sol no empreendimento de sete anos, que custou US$ 1,5 bilhão.
A tentativa de lançamento da manhã de sábado foi frustrada por problemas técnicos de última hora. Mas no domingo o lançamento teve êxito. Da Terra, são 150 milhões de quilômetros até o Sol. Já em seu primeiro contato com o astro, a sonda ficará a 25 milhões de quilômetros do Sol, batendo facilmente o recorde atual de 43 milhões de quilômetros estabelecido pela Helios 2 da Nasa em 1976. O chefe da missão científica da Nasa, Thomas Zurbuchen, espera que os dados, mesmo neste estágio inicial, rendam importantes trabalhos científicos.
Com esta missão, cientistas esperam desvendar muitos mistérios do sol, astro de cerca de 4,5 bilhões de anos, como por que a corona é centenas de vezes mais quente do que a superfície do Sol e por que a atmosfera do Sol está se expandindo continuamente e acelerando, como Eugene Parker previu em 1958. Fonte: Associated Press.


Fonte:Folha Vitoria

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