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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Petrobras eleva preço do diesel em 13% a partir desta sexta-feira

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A Petrobras informou nesta sexta-feira, 31, que, após a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) ter elevado o preço de referência para comercialização do diesel na noite de quinta-feira, preço do produto vendido nas refinarias da companhia, que representam 98% do mercado total, também será ajustado para cima e passará a custar em média R$ 2,2964 por litro a partir desta sexta, um aumento de 13% em relação ao preço anterior.
Segundo a Petrobras, o valor reflete a média aritmética dos preços do diesel rodoviário, sem tributos, praticados pela Petrobras em suas refinarias e terminais no território brasileiro. A estatal observou que os novos preços se referem ao segundo período da terceira fase do programa de subvenção, que prevê o ajuste de acordo com a região onde o produto é vendido.
"Este novo período do programa prevê o ajuste nos preços médios regionais e mantém a condição de pagamento da subvenção à comprovação de que os preços praticados pelas empresas habilitadas sejam inferiores aos preços de comercialização definidos pela ANP para as cinco regiões (Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte sem Tocantins e Nordeste com Tocantins)", informou a Petrobras em nota nesta manhã.
Até o momento, a Petrobras não recebeu da ANP o pagamento referente à primeira fase do programa.
No final da noite de quinta a ANP divulgou a tabela com os novos preços do diesel, que subiram impulsionados pela alta do dólar e pelo preço internacional do combustível. O diesel antes da greve dos caminhoneiros custava R$ 2,3716.
Os novos preços registram altas de até 14,4%, sendo o mais alto o comercializado na região Centro-Oeste, de R$ 2,4094/litro. Os preços na região Sudeste subiram 10,5%, para R$ 2,3277. Na região Nordeste o preço subiu para R$ 2,2592, alta de 12,5%; na região Sul, foi para R$ 2,3143, alta de 13,1%; e na região Norte avançou para R$ 2,228/litro, alta de 13,2%.
Segundo a ANP, os novos preços são resultantes da subtração de R$ 0,30/litro dos preços de referência, como determinado pelo programa de subvenção de acordo com Medida Provisória Nº 838/2018.

Espírito Santo

O preço de venda do diesel praticado pelas distribuidoras pegou os empresários da revenda capixaba de surpresa com aumentos de até R$ 0,30. O fato coincide com o fim do congelamento do preço por parte da Petrobras, que reajustou o preço do produto em R$ 0,2648. O valor, que estava congelado em R$ 2,0316, passou para R$ 2,2964.
A se considerar a composição dos custos do produto ao longo da cadeia, incluindo o biodiesel, o impacto seria de cerca de R$ 0,23, em média, para as distribuidoras.
O impacto desse reajuste ao consumidor dependerá da reposição do estoque nos postos e de política comercial de cada empresário.





Fonte:folhavitoria

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sábado, 4 de agosto de 2018

Conta de energia pode aumentar 12,87% no Espírito Santo na próxima semana


Em 2017, o reajuste tarifário anual da EDP Espírito Santo representou, em média, uma variação das tarifas homologadas em 2016 de 9,34%

Uma reunião pública da diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), pode definir um aumento de 12,87% nas contas de energia dos capixabas. Trata-se do Reajuste Tarifário Anual (RTA) da EDP Espírito Santo, sediada em Vitória, que atende aproximadamente 1,5 milhão consumidores em 70 dos 78 municípios do Estado, cujo consumo de energia elétrica representa faturamento anual de R$ 3 bilhões.
No ano passado, o reajuste tarifário anual da EDP Espírito Santo representou, em média, uma variação das tarifas homologadas em 2016 de 9,34%. Segundo a nota, o reajuste conduz a um efeito médio nas tarifas a ser percebido pelos consumidores de 12,87%, sendo de 12,05%, em média, para os consumidores conectados na Alta Tensão e de 13,28%, em média, para os consumidores conectados na Baixa Tensão.
De acordo com a nota técnica, o efeito médio de 12,87% decorre do reajuste dos itens de custos das Parcelas A e B. A Parcela A trata-se de custos cujos montantes e preços, em certa medida, escapam à vontade ou gestão da distribuidora. Os itens que compõem essa parcela são: Custo de Aquisição de Energia, Custo com Transporte de Energia e Encargos Setoriais.
Já a Parcela B representa os custos diretamente gerenciáveis pela distribuidora. São custos próprios da atividade de distribuição que estão sujeitos ao controle ou influência das práticas gerenciais adotadas pela empresa.
Para fins de cálculo tarifário, a Parcela B é composta de Custos Operacionais, Receitas Irrecuperáveis, Remuneração de Capital e Cota de Depreciação. Além disso, é subtraída da parcela compartilhada de Outras Receitas.
Os custos de Parcela B são revisados a cada 4 anos, a depender do que consta do Contrato de Concessão ou Permissão. A esse processo é dado o nome de Revisão Tarifária.
Veja a tabela abaixo que mostra a variação e participação no Índice de Reajuste Tarifário Anual (IRT) das Parcelas A e B:




Fonte:Folha vitoria

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